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Perguntas frequentes

As 12 perguntas que mais aparecem antes, durante e depois de um projeto, respondidas com número e prazo, não com adjetivo. Se a sua não estiver aqui, é só perguntar no WhatsApp ou no diagnóstico gratuito.

Antes de contratar

Como sei se o meu processo dá para automatizar?

Três perguntas resolvem quase todos os casos. Acontece com frequência. Toda semana, todo dia, várias vezes ao dia? O passo a passo é sempre parecido, mesmo tendo exceções? A informação já existe em algum formato digital, nem que seja uma planilha? Três sins e automatizar quase certamente compensa. Dois sins, vale medir. Um ou nenhum, o problema provavelmente não é automação e sim o desenho do processo.

Quanto custa e em quanto tempo se paga?

Automação de processo isolado parte de R$ 2.500 e fica pronta em 2 a 3 semanas. Integração entre sistemas parte de R$ 4.500. Sistema sob medida fica entre R$ 12.000 e R$ 60.000. A conta de retorno é direta: horas economizadas por mês multiplicadas pelo custo daquela hora com encargos. Se o retorno não aparece em até 12 meses, eu não recomendo o projeto.

O diagnóstico é mesmo gratuito?

O diagnóstico inicial de 30 minutos é gratuito e sem compromisso, por vídeo ou presencial em Lavras e região. Não há proposta na primeira conversa. O diagnóstico completo de processos, com entrevistas e medição por cronômetro, é um serviço pago a partir de R$ 3.500, e o valor é abatido integralmente se você contratar a execução em até 90 dias.

Preciso trocar os sistemas que já uso?

Quase nunca. Na maioria dos casos o problema não é o sistema, é a falta de conversa entre ele e o resto da operação. Integrar custa entre 10% e 25% do que custa trocar, não interrompe a operação e entrega em semanas em vez de meses. A troca só entra em pauta quando o sistema atual está em fim de vida ou é completamente fechado a integração.

Durante o projeto

Quanto tempo demora?

Automação de processo isolado leva de 2 a 3 semanas. Integração entre dois sistemas, de 3 a 5 semanas. Sistema sob medida começa a ser usado em produção entre a quinta e a décima semana, com o projeto completo entre 11 e 14 semanas. A primeira versão entra em uso antes de o projeto acabar, é assim que os problemas aparecem cedo, quando ainda são baratos de corrigir.

Preciso parar a operação para implantar?

Não. O padrão é rodar o processo novo em paralelo com o antigo por uma ou duas semanas, comparando os dois resultados com dado real. O processo antigo só é desligado quando os números batem. Parar a operação para implantar sistema é a forma mais rápida de fazer a equipe rejeitar o projeto antes de ele provar qualquer coisa.

E se o escopo mudar no meio?

É normal e está previsto. O escopo inicial é fechado por escrito antes de começar, e o preço vale para ele. Pedido novo que surge durante o projeto vira um item com prazo e custo próprios, decidido explicitamente por você antes de entrar. Nunca há surpresa no fim, porque nada entra sem sua aprovação no momento em que é pedido.

Quem participa das reuniões?

Você fala comigo do começo ao fim, não há vendedor, gerente de conta ou camada intermediária. Na etapa de diagnóstico eu preciso conversar também com quem executa o processo, não só com quem gerencia. A diferença entre o processo descrito na reunião e o processo que acontece na mesa costuma ser a descoberta mais valiosa do trabalho.

Depois da entrega

O código é meu?

Sim, integralmente: código-fonte, banco de dados, credenciais de nuvem e documentação, entregues em repositório no seu nome. Você pode contratar qualquer outro desenvolvedor depois sem pedir autorização a ninguém. Não trabalho com modelo em que o cliente perde o sistema se parar de pagar mensalidade.

Tem mensalidade obrigatória?

Não. Todo projeto sai com 30 a 60 dias de garantia sobre defeito, sem custo. Depois disso você escolhe entre chamar por demanda ou um contrato de manutenção mensal com monitoramento, ajustes pequenos e prioridade. Custos de terceiros (nuvem, API de IA, WhatsApp) são informados antes e pagos direto ao fornecedor, sem margem minha.

E se quebrar depois da garantia?

Você me chama e eu conserto, cobrado por hora ou por escopo conforme o tamanho. Quem tem contrato de manutenção tem prioridade de atendimento e não paga por ajuste pequeno. Vale registrar o que costuma quebrar de verdade: mudança de versão de um sistema de terceiro na ponta da integração, que é justamente o que o contrato de manutenção existe para cobrir.

Vocês treinam a equipe?

Sim, e o treinamento é gravado por perfil de usuário, para a equipe consultar depois sem depender de agendar reunião. Isso importa mais do que parece: rotatividade é normal, e treinamento que só existe na memória de quem estava presente se perde na primeira troca de funcionário.

Vamos olhar um processo da sua empresa?

Trinta minutos, sem compromisso e sem proposta na primeira conversa. A gente mapeia um processo que está travando e você sai sabendo se dá para automatizar, mesmo que não seja comigo.

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